O café foi uma das principais culturas agrícolas do extenso território de Rio Preto durante a sua formação econômica, a partir de 1890.
Mas, a história teve início em 1879, quando os lavradores Bernardino Canuto Ribeiro e Martinho Isidoro Gonçalves, em propriedades diferentes, fazem as primeiras plantações de café no território rio-pretense, mas os cafezais foram dizimados pelas geadas. Martinho na Fazenda Borá, e Bernardino na Fazenda Alegria.
Bernardino contratou, em 31 de janeiro de 1879, o arrendamento de 75 braças quadradas* para plantio de café nas terras de Vitalino Martins Teixeira, na Fazenda Alegria, por 400$000 (quatrocentos mil réis) e pelo prazo de três anos, segundo registro de Basileu Toledo França, na página 98, da revista Centenário**. Os cafezais foram dizimados pelas geadas, desanimando os pioneiros. Somente a partir de 1890 eles ganharam novo ímpeto para investir nas lavouras cafeeiras, começando de maneira tímida, porém, oito anos mais tarde, em 1998, o município já tinha quase um milhão de pés de café plantados, dos quais 250 mil já em fase de produção.
Para alguns historiadores, a paralisação do prolongamento dos trilhos da ferrovia (de 1912 a 1933) é vista como fator preponderante do crescimento econômico de São José do Rio Preto e sua consolidação como polo regional ou, como costumavam dizer os mais ufanistas: como a capital da alta araraquarense. Mais recentemente, mudou-se o conceito e a região tornou-se uma franja da chamada “Califórnia Brasileira” para depois assumir a posição de “Capital dos Grandes Lagos” ou, ainda, como registrou Raquel de Campos Discini: “A Princesa do Sertão”.
Fato é que a paralisação dos trilhos do trem por 22 anos auxiliou bastante a fixação de Rio Preto como polo econômico, todavia é preciso levar em conta o avanço do café. O verde das florestas desapareceu para ceder lugar ao verde do café, em verdadeiras ondas que se perdiam no horizonte. Na segunda e terceira décadas do século 20, conforme a onda verde avançava na região, iam surgindo vilarejos, muitas vezes um ao lado do outro, como Colombo e Poloni, ou como Santa Isabel e São Miguel, Ibarra e Catupiry, por exemplo. Era comum o fazendeiro riscar um quadro no chão, fincar um cruzeiro de madeira e ali fazer brotar uma vila com meia dúzia de casebres de pau-a-pique, um armazém de secos e molhados, um botequim e uma máquina de beneficiar café.
Por outro lado, os proprietários dos cafezais formavam a elite regional e ditavam, de forma velada seus costumes próprios, alguns deles vindos ainda da época da Monarquia, como a compra de títulos militares da Guarda Nacional: coronel, major, capitão, tenente… Todavia, quase todos seguiam o mesmo caminho: tinham uma casa na fazenda, outra no vilarejo e uma mansão em Rio Preto.
Grandes fazendas de café vicejavam na região e, algumas eram enormes, como a Pentateuco Colombo, dos irmãos Estrella, entre Mirassol e Bálsamo, que chegou a ter 150 famílias de trabalhadores. Toda a produção de café tinha o mesmo destino os grãos eram colhidos, secados e estocados em casca e, depois, beneficiados e embarcados nos trens com destino ao porto de Santos e, de lá para os Estados Unidos, que eram os maiores compradores de café do Brasil.
Muitas fazendas tinham sua própria máquina de beneficiamento e entregava seu café limpo e ensacado diretamente na estação de trem para o embarque. Os médios e pequenos cafeicultores levavam o café em coco (com casca) para a cidade, onde era beneficiado, ensacado e embarcado. Por causa disso, havia em torno da estação vários armazéns e máquinas de beneficiar café e arroz.
Durante 22 anos, tudo o que era produzido na região vinha para São José do Rio Preto: café milho, arroz, feijão, tabaco, etc. Mas, o café foi predominante e, dessa forma, é plausível dizer que ele foi a principal cultura agrícola do extenso território rio-pretense durante a sua formação econômica, a partir de 1890.
Em 1898, por exemplo, o Município tinha 250 mil pés de café em produção e 700 mil pés em formação, com um total de 950 mil cafeeiros. Segundo a tradição, os primeiros plantadores de café na região foram Martinho Isidoro Gonçalves, na Fazenda Borá, e Bernardino Canuto Ribeiro, na Fazenda Alegria. Oiticica Lins relata no Álbum de Rio Preto de 1918**, na página 10, que no dia 31 de janeiro de 1879, Bernardino arrendou 75 braças quadradas de suas terras na Fazenda Alegria, por 400$000 (quatrocentos mil réis), para que para Vitalino Martins Teixeira, no prazo de três anos, plantasse café, com a obrigação de manter o terreno “bem capinado, nunca deixando criar mato”.
Apesar do empenho, a plantação não teve êxito por causa de geadas, como a grande onda de frio que atingiu o Brasil em 1892 ou pelo preço do café. A sorte de Vitalino é que o espaço plantado era experimental: 75 braças quadradas equivaliam a “um alqueire e meia quarta”, ou seja 27.225m2. Era insuficiente para ele viver daquele cafezal. Outro fator importante: como levar o café para beneficiar em Jaboticabal, por exemplo, uma vez que Rio Preto tinha esse serviço? “As dificuldades de transportes absorvam todos os lucros”, registou Oiticica Lins.
O café foi surgindo lentamente. Vinte anos após o experimento de Bernardino e Vitalino, em 1898, ainda segundo Oiticica Lins, uma tabela oficial mostrava que, naquele ano, a cidade havia produzido mais de 10 mil arrobas de café, equivalentes a 150.000 quilos. Dois dados chamam a atenção: a produção de 960 arrobas de toucinho (ou seja, 14.400 quilos) e 600 arrobas de fumo (9.000 quilos). Isso significa que era grande a criação de porcos para engorda e bem forte a cultura da planta “nicotiana tabacum”. O otimismo do fim do século arrefeceu com a chegada de uma crise no setor cafeeiro, levando a Câmara Municipal a suspender, em 1º de junho de 1901, a cobrança de impostos sobre café.
A crise se estendeu por toda a década quando se compara o embarque de café nos trens da EFA que, em 1912 transportou 65.491 quilos. Levando-se em conta que a EFA iniciou o transporte ferroviário em 09 de junho de 1912, e que a colheita do café acontecia no final de maio até o final de julho, é presumível que esse tenha sido o volume de café colhido da região de Rio Preto. Havia embarque de café também nas estações de Engenheiro Schmitt, Cedral, Uchoa e Japurá, que tinham seus próprios registros.
O Álbum Illustrado da Comarca, de 1929, reproduz balanço de transportes de mercadorias da EFA, o que permite verificar a evolução da cafeicultura em São José do Rio Preto e região, entre 1912 e 1927. Em um ano, o embarque cresceu quase três vezes, saltando de 65.491 quilos para 181.550 quilos em 1913. A safra de 1914 sofreu uma queda drástica, provocada pela instabilidade política e a crise econômica do pré-guerra (1914/1918) que afetaram diretamente as exportações. Os cafeicultores rio-pretenses embarcaram apenas 36.535 quilos.
No ano seguinte, em 1915, houve um aumento considerável, registrando 173.761 quilos. De repente, em plena guerra mundial, em 1916, houve um salto fantástico nos embarques de café: 1.098.866 quilos (um crescimento de mais de seis vezes, comparado ao ano anterior). Em 1917, nova queda abrupta, 154.882 quilos (sete vezes menos). Em 1918, houve novo recorde de embarques, com 1.173.746. A guerra chegou ao fim em 11 de novembro daquele ano e esperava-se um novo salto nas exportações, mas houve nova queda, registrando 840.505 e mais uma queda vertiginosa em 1920, com 192.656 quilos. Os dois últimos anos foram prejudicados pela geada de 1918, segundo Elias Choeiri, em A Notícia, edição de 20 de novembro de 1929.
Mas, a partir de 1921, o café deslanchou, com a EFA registrando o embarque de 3.689.972 quilos. Quase vinte vezes o volume do ano anterior. Essa quantidade decaiu para a metade em 1922, porém dobrou em 1923, com 6.979.563. Quatro mais anos tarde, em 1927 os registros mostraram o embarque de 15,5 milhões de quilos, o dobro do registrado no ano anterior. (Álbum Illustrado da Comarca de Rio Preto, 1929, pág. 466)
Não temos os números de 1928, mas sabe-se que os prefeitos da região e a Associação Comercial de Rio Preto estavam pressionando politicamente a diretoria da estrada de ferro e do Instituto Brasileiro do Café – IBC para a construção de novos barracões de armazenamento do produto. Em 18 de agosto de 1928, o jornal O Município, sob a direção editorial do jornalista Antonio J. de Araújo Netto, muito ligado às questões da agricultura, cobrava providências, informando que a produção já atingia 800 mil sacas, exigindo uma resposta da EFA porque havia uma previsão de que, em pouco tempo, a região estaria com 140 milhões de pés de café em produção.
Somente dez meses mais tarde, em maio de 1929, o IBC e a EFA deram um retorno às cobranças dos produtores, com Dermeval Véras, chefe de tráfego, fazendo a distribuição de uma circular orientando todos sobre o embarque em série de café, de forma a obedecer aos despachos das estradas de ferro e as entradas no porto de Santos. Não era o esperado pelos cafeicultores. Mas, no dia 7 de outubro, eles comemoraram o fato de terem, a despeito de todas as dificuldades com a falta de vagões, embarcado 600 mil sacas de café; uma média de 6 mil sacas por dia. No dia 23 de outubro, véspera da quebra da Bolsa de Valores de New York, A Notícia escreveu, com certo ufanismo, na primeira página:
Depois da tempestade vem a bonança, diz o ditado; e, dia de miséria é véspera de fartura.
Até há pouco tempo, gritava-se e com justa razão, contra a falta de vagões para embarques de café.
Muitas comissões de pessoas de representação se organizou* para como embaixada dos que se achavam prejudicados com o tal estado de coisas, pleitear junto aos poderes públicos do Estado a normalização dos embarques.
E tudo passou e tudo se conseguiu — naturalmente.
Hoje há vagões para embarques vultuosos, mas o Instituto de café limitou esses embarques de maneira que atualmente a Estação local só pode embarcar até 3.000 sacos por dia. (A Notícia, pág. 1, 23/10/1923, edição nº 1.198; *conforme o texto original).
No dia 28 de outubro, quatro dias após a queda da bolsa e sem citar em momento algum a quebradeira financeira, A Notícia publicou um editorial de primeira página afirmando que “em face das terríveis consequências da crise que vem martirizando o país e muito principalmente a lavoura do café, é preciso o emprego de todas energias para a constituição da resistência e preparação do triunfo”. O jornal procurava enfatizar que o desânimo era um “crime que jamais poderá ser praticado pelos bravos bandeirantes de honrosas tradições.”
Em 30 de outubro, O Município, como órgão do Partido Republicano Paulista, também publicava um editorial com opinião mais branda, criticando os “pessimistas azedos” e os “otimistas ingênuos” e elogiando a “grande parte dos que desprezam os artificiosos de palavras e de visão e de visão mais objetiva esforçam-se por atenuar os maus efeitos da conjuntura atual.” Em novembro, no dia 6, A Noticia traz comentário do presidente do Banco do Brasil, Guilherme da Silveira ao jornal Diário de S. Paulo, informando que seu banco estava aparelhado “para atender aos reclamos da lavoura” e que jamais poderia “abandonar à sorte um produto que é o alicerce da situação financeira do país.”
A primeira referência ao “crash” aparece n’A Notícia em 7 de novembro de 1929, em artigo assinado por Antonio do Nascimento e dedicado “ao grande financista Antonio Pereira de Figueiredo”. O título é sugestivo: “Crise ou crack da Europa”. Não cita uma linha sobre a Bolsa de New York e por fim desfia um rosário laudatório sobre o presidente Washington Luís. Para o articulista, a crise econômica estava grassando a Europa e, aqui no Brasil, ela não passava de uma “crise de nervos”…
Como bem acentuou a visão profética do preclaro estadista Washington Luís, que, sem bulha nem matinada, vai galhardamente conduzindo a nau do governo para o posto bonançoso da Paz e do Progresso, — mau grado os ímpetos paranóicos dos demagogos de todos os tempos e a grita epilética dos neoliberais…
O engenheiro agrônomo, José Mugnaini, inicia em 13 de novembro uma série de artigos n’A Notícia sobre questão do café, com ênfase na produção de café fino, começando com a convocação dos produtores para reunião em 24 de novembro para “estudar os meios de vencer com dignidade e desassombro as terríveis dificuldades da época”.
Mais de 200 produtores de café compareceram à reunião realizada a partir das 13 horas do dia 24 de novembro, no Cine Capitólio, com a presença do prefeito Cenobelino de Barros Serra e presidida por Luiz Américo de Freitas e secretariada por Mário Clapier Urbinati e o coronel Oswaldo de Carvalho. Nessa reunião foi formada uma comissão permanente para colaborar com a Sociedade Rural Brasileira na defesa dos interesses dos cafeicultores integrada por Luiz Américo de Freitas, coronel Manoel Reverendo Vidal, Maurílio Pacheco, Antonio de Barros Serra, José de Araújo Braga, Messias Ferreira da Silva e Aureliano de Mendonça. A crise do café acabou misturando-se com a política e campanha a governador por Júlio Prestes. A crise ganhou contornos de normalidade.
Em 04 de fevereiro de 1930, os cafeicultores comemoraram a abertura do mercado para o café brasileiro no Japão e na Finlândia, e, em abril, o café estava nas feiras de Viena, na Áustria, e de Bordéus, França. Dois meses depois, em 4 de abril, O Município reproduziu artigo publicado pelo jornal Folha Noite a respeito da superprodução de café e da enorme crise que ainda não havia atingido de fato os produtores regionais por causa da Bolsa de New York. O jornal dizia que:
Cifras representativas de capitais fantásticos, invertidos no plantio de cafeeiros causam assombros aos que percorrem esses rincões paulistas, despidos das matas virgens, que o machado deitou por terra em prol dos infindáveis cafezais.
O café empolgou inteiramente a mentalidade dos homens detentores de fortuna com tão irresistível poder de sugestão que se avizinha do feiticismo e da obsessão.
A pletora havia fatalmente de provocar a crise comercial do produto.
Apela-se para recursos legais que contenham a fúria devastadora das matas, em benefício exclusivo da cafeicultura que avassala os sertões de São Paulo, mas ao lado da superprodução, surge ameaçador o problema da conquista dos mercados, como corolário da superabundância.
Os dois jornais da cidade não fizeram menção alguma à quebra da bolsa nos Estados Unidos. Porém, começaram a surgir em suas páginas anúncios de vendas de propriedades agrícolas relacionadas com o café. Uma delas, apresentada como “negócio de ocasião” oferece “por preço de crise” um sítio localizado a 6 quilômetros de Rio Preto, com 27 alqueires, contendo 27 mil pés de café produzindo, 12 alqueires de pasto formado e um capão de mato, seis casas de barro cobertas de telhas para colonos; uma casa com oito cômodos, com água encanada quente e fria e com instalações sanitárias; mais um tulha, terreirão para secar café, paiol de taboa para cinco carros de milho, seva para engorda de porcos assoalhada e com água corrente, e um bom pomar em formação…
A normalização da crise do café misturava indignação e esperanças. Quase todos os dias havia um ou dois artigos nos jornais falando sobre as idas e vindas do café durante toda a década de 1930. Pouco ou quase nada se falou sobre o crack da Bolsa de New York. A produção de café estava sempre esteve ameaçada, seja pelas condições climáticas (como secas e geadas) seja pelos negócios, preços e pela política governamental. No dia 7 de novembro de 1931, houve a primeira discussão na Sociedade Rural Brasileira sobre a queima de café como uma saída para amenizar a crise.
O plano da queima de café foi idealizado por Oscar de Faria, de Araras e antigo morador de Rio Preto, e Joaquim Cândido de Azevedo, apoiado por um grupo de 45 grandes fazendeiros. Com o apoio do general Miguel Couto, foi levado ao presidente Getúlio Vargas e ao ministro da Fazenda José Maria Whitaker, que o aprovaram. Pela proposta, seriam queimados, inicialmente, 12,5 milhões de sacas de cafés finos e finíssimos que estavam nos Reguladores ou embarcados, deixando apenas 6 milhões de sacas para suprir o mercado.
A convite de Luiz Américo de Freitas, Oscar de Faria viria a Rio Preto para explicar o plano aos fazendeiros da cidade e da região, em reunião na sede da Associação Comercial, no dia 15 de novembro. Mas, a renúncia do ministro Whitaker e do interventor paulista Laudo de Camargo impediu o evento. O Cine Capitólio exibia naqueles dias o filme Luzes da Cidade, com Charlie Chaplin; o concorrente, Cine São José, apresentava Monte Carlo, com Janette Mac-Donald e Jack Buchanan.
Muito café foi queimado em São José do Rio Preto. As pessoas da época relatavam que as queimas produziam enormes nuvens negras que podiam ser vistas de longe. O cheiro do café queimado era sentido à distância, levado pelo vento.
O que houve de fato? A população dos Estados Unidos era a maior consumidora do café brasileiro. Com a crise provocada pela queda da Bolsa, em 24 de outubro de 1929, e o início da Grande Depressão, milhões de cidadãos norte-americanos perderam seus empregos e viram sua renda diminuir drasticamente. O café foi um dos produtos que eles pararam de consumir. Com isso, o preço caiu e o café ficou estocado. Para manter o preço, o governo brasileiro comprava o café do produtor e queimava. O Brasil queimou café de 1931 até 1944.
Em Rio Preto, por exemplo, entre 20 de dezembro de 1937 e 14 de janeiro de 1938, sob as vistas do chefe do Serviço de Queimada do governo, John Souterland, foram queimadas 60 mil sacas de café. Em que pese a queima do café, em 1º de abril de 1937, o Departamento Nacional do Café requereu a doação de um terreno com área mínima de um alqueire para construir armazéns. O prefeito Victor Brito Bastos encaminhou o pedido à Câmara Municipal que, sete meses depois, seria destituída pelo Golpe do Estado Novo. Os armazéns do IBC só foram construídos no início dos anos de 1960. Em novembro de 1959, o prefeito Valdomiro Lopes da Silva havia comprado um terreno de Antonio Lopes dos Santos, no Parque Industrial, e o doou ao IBC. Estes armazéns e a área foram devolvidos para a Prefeitura em 1993, três anos após a sua desativação pelo presidente Fernando Collor de Mello.
Passada a crise e terminada a II Guerra Mundial, em 1945, o plantio e o cultivo do café foram voltando e, nos anos de 1960 e de 1970 já eram, de novo, a base da economia na região noroeste. Na passagem dos anos de 1970 para os de 1980 o café foi perdendo espaço, substituído pelo cultivo de laranja e, em seguida, pela cana de açúcar.
* Cada braça equivale a 2 metros e 20 centímetros.
** Rio Preto de Ontem – Pequeno roteiro da história local, de 1852, doação do patrimônio de São José, a 1912, chegada da Estrada de Ferro Araraquara. – Basileu Toledo França. Revista Centenário, pág. 98, 1952 e Álbum de Rio Preto, pág. 10, Oiticica Lins, 1919.
Fonte: www.quemfazhistoria.com.br
