Advogado, fazendeiro e revolucionário –
Presidente do Instituto Brasileiro do Café – IBC de janeiro a julho de 1932, eleito pelos produtores rurais.
Um dos líderes da Revolução Constitucionalista, em julho de 32, ao lado do general Isidoro Dias Lopes, coronel Euclydes Figueiredo, coronel Júlio Marcondes Salgado, Costa Manso, Waldemar Ferreira, Pedro de Toledo, Francisco Morato e outros.
Terminada a Revolução, foi preso e exilado em Portugal, onde viveu por dez meses com a mulher e as filhas, partindo para o exílio em setembro de 1933, após passar meses detido nos navios-prisões do governo de Getúlio Vargas.
Ele foi o responsável pela organização dos chamados “Regimentos 9 de Julho”, arregimentando voluntários para a revolução. Antigetulista convicto, em julho de 1938, na visita oficial de Getúlio Vargas à cidade, ele foi o orador oficial e o teor do seu discurso irritou o presidente da República, que se retirou do banquete, realizado no Términus Hotel.
É citado no livro Memória e Sociedade – Lembrança de Velhos, de Ecléia Bosi, onde um dos entrevistados disse que Luiz Américo de Freitas havia enviado uma pessoa aos Estados Unidos para comprar armas para as forças paulistas. O emissário desapareceu com o dinheiro das armas.
Vereador em Monte Aprazível na Legislatura de 1926 a 1928.
Presidente da Câmara de Monte Aprazível em 1928.
Fundador da atual cidade de Planalto – SP, para onde transferiu os moradores do distrito de Salto do Avanhandava (também conhecida como Avanhandavinha).
Fundador e diretor honorário da Associação Rural de Rio Preto (atual Sindicato Rural), em 26/09/1943.
Foi promotor público no Espírito Santo.
Professor na Escola Normal de Vitória – ES.
Dá nome a uma rua Vila Ercília, entre as avenidas da Saudade e Murchid Homsi.
Formado pela Faculdade de Direito da Bahia, em 1910.
Local de nascimento: Salvador – BA
Data de nascimento: 29/03/1891
Local de falecimento: São José do Rio Preto – SP
Data de falecimento: 28/10/1945
