QUEM e o QUE

são HISTÓRIA na

QUEM e o QUE são HISTÓRIA na

O povoado de Mirassolândia teve início com a doação de um terreno para a formação do patrimônio de Santo Antonio de Pádua. Segundo os registros da Diocese de Rio Preto, o terreno foi doado por Antonio Batista Rodrigues; mas, segundo o histórico do IBGE, a doação contou com a participação de Joaquim Antônio Pinheiro, que é corroborado pelo site oficial da Prefeitura.

Rodrigues e Pinheiro, este era carpinteiro, desbastaram a madeira e fizeram um cruzeiro que foi fincado no centro do patrimônio no dia 13 de junho de 1925, quando o padre Joaquim Manoel Gonçalves (futuro Monsenhor Gonçalves) celebrou a primeira missa na capela de quatro por cinco metros, construída com o auxílio de Eugênio Ponchio e Serafim Bortolozo.

As famílias de Achiles Brigatti, Américo Portela, Antonio Redígolo, Antonio Calixto de Brito, João Maria da Silva e de Marino Vaccari Tezini estão entre as pioneiras de Mirassolândia.

O governador Armando de Salles Oliveira assina, em 10 de junho de 1935, o Decreto nº 7.198, criando o distrito de Mirassolândia, dentro do município de Mirassol, com as seguintes divisas: começam no ponto em que o córrego Jataí faz barra no rio Preto, sobem por este até a foz do córrego Barra Grande e vão por este acima até a barra do córrego Urtigas, seguem daí, em reta, em direção aproximadamente leste-oeste, até encontrar as divisas do município de Tanabi, pelas quais continuam até o ponto em que tiveram começo, na barra do córrego Jataí no rio Preto.

O presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo, deputado Ruy de Almeida Barbosa promulga a Resolução Alesp nº 292, em 25 de novembro de 1958, determinando a realização de plebiscito em Mirassolândia.

A Lei Estadual nº 5.121, assinada em 31 de dezembro de 1959, pelo governador Jânio Quadros, cria o município de Mirassolândia com as seguintes divisas com:

  1. Tanabi, começa no divisor Bálsamo-Jataí na cabeceira do córrego Barro Preto, pelo qual desce até sua foz no ribeirão Jataí, desce pelo ribeirão Jataí até sua foz no rio Preto.
  2. Palestina, começa na foz do ribeirão Jataí, no rio Preto, pelo qual sobe até a foz do córrego Angico.
  3. Nova Granada, começa na foz do córrego do Angico no rio Preto, pelo qual sobe até a foz do ribeirão Barra Grande.
  4. São José do Rio Preto, começa no rio Preto na foz do ribeirão Barra Grande, pelo qual sobe até a foz do córrego da Urtiga.
  5. Mirassol, começa no ribeirão Barra Grande, na foz do córrego da Urtiga, sobe pelo ribeirão Barra Grande até a foz do córrego da Olaria.
  6. Bálsamo, começa no ribeirão Barra Grande, na foz do córrego da Olaria, pelo qual sobe até sua cabeceira no divisor Barra Grande-Bálsamo; segue por este divisor até cruzar com o contraforte entre o córrego dos Coqueiros à esquerda, e o ribeirão do Bálsamo, à direita; continua por este contraforte em demanda da foz do córrego dos Coqueiros no ribeirão do Bálsamo; prossegue pelo contraforte fronteiro até o divisor Bálsamo-Invernada; continua pelo divisor Bálsamo-Invernada até a cabeceira do córrego Capela da Invernada; segue pelo contraforte fronteiro até cruzar com o divisor Bálsamo-Jataí; continua por este divisor até a cabeceira do córrego Barro Preto, onde tiveram início estas divisas.

As divisas com São José do Rio Preto foram alteradas com a criação do município de Ipiguá, em 1995.


Fonte: Disponível em <https://rmriopreto.com.br/municipio-16/>; <https://rmriopreto.com.br/distrito-de-policial-4/>; <https://rmriopreto.com.br/fundacao-13/>