Pequeno povoado na margem esquerda do rio Tietê. Nele funcionava a 3ª Secção Eleitoral de Rio Preto, conforme a lei estadual nº 35, de 26 de janeiro de 1892. Em 5 de abril de 1895, a Câmara Municipal escolheu como membros da 3ª Secção Eleitoral os moradores João Pereira de Lima Júnior, José Cândido da Costa, José Elias de Castilho e Virgílio Ferreira Rosa. O primeiro nomeado era o mesmo que fora comandante da Colônia Militar, instalada 35 anos antes.
O governador Jorge Tibiriçá, após aprovação do Congresso Legislativo do Estado, assinou a Lei nº 1.072, em 21 de agosto de 1907, criando o distrito de paz de Avanhandava, no município e comarca de Rio Preto com as divisas: principiando na barra do Ribeirão da Fartura, no rio Tietê, pelo mesmo ribeirão acima até a fazenda de José Joaquim de Andrade e daí à barra de uma água, onde mora Francisco Dutra, seguindo por este acima até o espigão da fazenda Boa Vista dos Castilhos; por este espigão até o rio Paraná, compreendendo todas as águas que vertem para o rio Tietê; pelo Paraná abaixo até encontrar o espigão divisório das águas do Aguapeí, e por esse espigão acima até frontear a barra do ribeirão da Fartura, onde tiveram começo.
Com a chegada do trem, passou chamar distrito de paz de Miguel Calmon. Com a lei estadual nº 2.102, de 29 de dezembro de 1925, foi elevado à categoria de município com a denominação de Avanhandava.
