Em 1 de agosto de 1896, o capitão Silvério Cardoso de Toledo pede à Câmara Municipal, por inexistência de médico, permissão para curar os doentes. A Câmara declara que não podia conceder a licença por não ter autoridade para tal, mas registrou, em ata, que iria tolerar as curas enquanto não houvesse reclamação de alguém de direito.

Em 1903, a Câmara decide atrair um médico para a cidade, instituindo um salário mensal de 50$000 (cinquenta mil réis). Este subsídio tinha a finalidade de garantir uma renda ao médico que deveria atender gratuitamente as pessoas pobres, com direito a cobrar consulta dos moradores mais abastados.


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