Não temos informações sobre a data de fundação do distrito de Paz de Junqueira. O povoado surgiu com o nome de Montevidéo, às vezes grafado como Montevidiu, entre os atuais municípios de Poloni e União Paulista.
O Distrito Policial de Montividéo foi criado por decreto em 28 de junho de 1927.
Em 10 de setembro de 1930, o governador em exercício Heitor Teixeira Penteado assinou a Lei Estadual nº 2.42, criando o Distrito de Paz de Junqueira, com sede no distrito policial de Montividéo, no município e comarca de Monte Aprazível. Com essa lei, o povoado passou a se chamar Junqueira.
O distrito foi criado com seguintes divisas: começam no vértice das três fazendas São José (ou Varjão), Santa Bárbara e Pendera; daí seguem pelas divisas das fazendas Pendera e Santa Bárbara até defrontar a cabeceira do córrego Miguel Rocha, descendo por este até a sua barra no córrego Montividéo, sobem por este até a barra do córrego do Bálsamo e, deste, ponto, seguem pelas vertentes desse córrego, até encontrar o espigão divisor com o Ribeirão S. José dos Dourados e daí, à direita, seguem por este espigão até ao ponto em que tiveram começo.
Em março de 1936, o padre Ângelo Bartholomeu, da paróquia de Poloni, celebra missa na Vila Junqueira, enquanto a população cobrava a instalação de uma escola.
Alberto Goulart instala, nos anos de 1930, uma farmácia na vila.
Ernesto Diogo de Faria, foi serventuário do Cartório de Paz entre os anos de 1936 e 1941.
Sebastião Feliciano Pereira, juiz de casamento em 1941.
