Sempre há tempo
para as estrelas e as canções,
para as ilusões e tudo o
que ainda não foi dito.
Como os sinais do tempo,
a sofreguidão das horas
e a primavera dos amantes
levada pelo vento…
E tempo para os abraços e beijos.
Acredito.
E as suas experiências,
somadas às minhas,
hei de transformá-las em versos
para que não se percam pela vida,
sozinhas.
E um dia, creio,
nas tardes de domingo serão lidas
e quem sabe sonhadas
e revividas.
