QUEM e o QUE

são HISTÓRIA na

QUEM e o QUE são HISTÓRIA na

Guapiaçu foi fundada por volta de 1912, com o nome de São Sebastião de Ribeirão Claro, mas a origem da cidade remonta ao início do século conforme registram documentos da Câmara Municipal de São José do Rio Preto a respeito de uma escola que funcionava em 1903, na Fazenda Ribeirão Claro. No seguinte, em 1904, os vereadores reservaram no Orçamento rio-pretense uma verba de 600$000 (seiscentos mil réis) para subvencionar uma escola particular do povoado de Ribeirão Claro e, em janeiro, também de 1904, o jornal O Porvir registrava a realização de uma chegada de Santos Reis, ocorrida no dia 6, na residência de Antonio Pinto Cabral.

O livro Guapiaçu de Ontem e Hoje, os autores João Castilho Filho e Edson Luiz Ferdinando, indicam a presença dos fundadores no local por volta de 1900. Guapiaçu, que já se chamou oficialmente Ribeirão Claro e Siqueira Campos (este nome por algumas horas, no fervor da Revolução de 1930), era conhecida popularmente por “Sapato Queimado”.

São considerados seus fundadores o coronel José Baptista de Lima, Manoel Firmino da Silva, mais conhecido por Mané Carreiro, José Braga e José Basílio de Almeida. Porém o site oficial da Prefeitura, afirma que “nenhum historiador ou estudioso conseguiu, até hoje, precisar quem foi o fundador do povoado. Se aceita a versão, não comprovada, de que o fundador teria sido o coronel José Batista de Lima, grande proprietário de terras na época.

O site também diz que “oficialmente, sabe-se que o doutor Álvaro Pereira Guedes, agrimensor que morava em São José do Rio Preto, conseguiu, por meio de carta de adjudicação, a posse do quinhão número 24, com uma área de 23 alqueires e 22.465 m², encravada na fazenda Ribeirão Claro, de Venturosa Maria de Jesus. A carta de adjudicação foi registrada no Cartório Imobiliário da Comarca sob o número 13.193, em 15 de agosto de 1919. Com o título das terras registradas, doutor Guedes elaborou uma planta de loteamento, reservando uma área no largo da igreja com 113 por 115 m² para doação ao patrimônio de São Sebastião do Ribeirão Claro. As informações constam do registro número 14.441, de 10 de outubro de 1919.”

Em 4 de abril de 1925, o jornal A Notícia, de Rio Preto, publica nota onde Álvaro Guedes informa que loteou uma grande área na “villa de Ribeirão Claro”. O jornal registra que Ribeirão Claro é uma localidade “de grande futuro e já com um florescimento notável”. ‘

Em 30 de dezembro de 1919, o governador Altino Arantes criou, por meio da Lei Estadual nº 1.724, uma escola preliminar no bairro de Ribeirão Claro.


Fonte: www.qfh.com.br, atas da câmara municipal de são josé do rio preto; disponível em <https://cidades.ibge.gov.br/brasil/sp/balsamo/historico> e em <https://www.al.sp.gov.br/alesp/pesquisa-proposicoes/>; guapiaçu de ontem e hoje, de João Castilho Filho e Edson Luiz Ferdinando