Eduardo Floriano de Lemos –
Médico, jornalista, advogado, botânico, poeta e escritor –
É autor do artigo publicado no jornal A Noticia em 17 de novembro de 1925 conclamado os médicos rio-pretenses para a fundação da Sociedade de Medicina e Cirurgia, tendo presidido as duas reuniões de fundação, em 4 e 20 de março de 1926.
Presidente da Sociedade de Medicina e Cirurgia de 1929 a 1930 e orador oficial de 1926 a 1928.
Autor das peças teatrais:
O Mistério de Rio Preto (esta foi encenada no Éden Park pela Companhia Teatral de Álvaro Fonseca)
O Casamento da Dondoca
A Sogra.
Diretor da Imprensa Oficial do Estado do Mato Grosso.
Autor de mais de 3.000 crônicas científicas.
Autor do Guia Aquático, em 1922.
Autor dos livros:
1 – Medicina e Médicos
2 – Filigranas
3 – O Bem
4 – Nota Optima
5 – Páginas Vivas
6 – O Câncer – Doenças da Civilização – Prevenção e Cura, Editora Germinal, 1970 (obra póstuma).
Autor da coluna Boletim Científico/Crônica Científica, no jornal Correio da Manhã, do Rio de Janeiro.
Redator da Revista Música, do Rio de Janeiro.
Fundador:
Jornal de Caxambu, em 1913.
Revista de Caxambu, em 1924.
Revista A Violeta, em Cuiabá.
A Boa Nova (semanário), em Cuiabá, em 1918.
Redator do jornal Pindoba, de Potirendaba em 1928.
Redator do jornal rio-pretense O Município de 1925 a 1929.
Colaborador de A Notícia nos seus primeiros anos, de 1925 a -1930.
Membro da Academia Nacional de Medicina, eleito para a Cadeira nº 03, em 1919.
Membro da Sociedade de Medicina e Cirurgia de São Paulo.
Membro da Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro.
Membro da Sociedade Brasileira de Pediatria.
Diretor-técnico da Escola de Pharmacia e Odontologia de Ouro Preto – MG.
Inspetor sanitário do Distrito Federal (Rio de Janeiro).
Livre docente da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, onde nlecionou de 1908 a 1914.
Professor no Colégio Paulo Freire.
Professor no Ginásio Estadual de Rio Preto.
Foi vice-presidente do Associação Atlética Graphica, de São José do Rio Preto, em 1926.
Foi velado no Salão Nobre Antônio Austregésilo da Academia Nacional de Medicina e sepultado no Cemitério do Caju. Teve o corpo encomendado pelo padre José Quadra; os discursos fúnebres foram proferidos pelo prof. Neves Manta, presidente da Academia, e por Nelson Nascimento.
Adotou o nome de Floriano de Lemos em homenagem ao presidente Floriano Peixoto, de quem era partidário.
Dá nome a um Centro Municipal de Atendimento Social Integrado e ao Centro de Acolhimento Floriano de Lemos (misto/idoso) na rua Boa Vista 120, Alto da Boa Vista, no Rio de Janeiro.
Dá nome a rua no Irajá, no Rio de Janeiro, entre a Vila Pureza e rua Irineu Corrêa.
Dá nome a uma rua em Contagem – MG, no Industrial, entre a rua Coronel José Domingos Baeta e Beco Cinco.
Dá nome a um gêiser no Parque das Águas, em Caxambu – MG.
Formação:
Medicina pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, em 1908.
Local de nascimento: Rio de Janeiro – RJ
Data de nascimento: 09/11/1885
Local de falecimento: Rio de Janeiro – RJ
Data de falecimento: 20/11/1968
Fontes: www.quemfazhistoria.com.br
correio da manhã, rio de janeiro, pág. 7, 1° caderno, 21/01/1968. disponível em <http://memoria.bn.br/DocReader/Hotpage/HotpageBN.aspx?bib=089842_07&pagfis=97494&url=http://memoria.bn.br/docreader#> e em <https://www.scielo.br/j/hcsm/a/SVSvKBRL87K6CLnpVyYFBbN/>
