Em 26 de dezembro de 1913, o governador em exercício Carlos Augusto Pereira Guimarães, assinou a Lei Estadual n° 1905, aprovada pelo Congresso Legislativo, criando o Distrito de Paz de Ignacio Uchoa com as seguintes divisas: começam na barra do córrego Taquary, no ribeirão de São Domingos, seguem por este baixo até a barra do córrego Palmeiras, por este acima até as suas cabeceiras; daí seguem em rumo até alcançar o espigão, por este espigão até frontear as cabeceiras do córrego Taquary, e por este abaixo até ao ponto onde tiveram começo essas divisas.
Em 1922, Uchoa era o segundo maior distrito de Rio Preto em arrecadação, com 60:000$000 (sessenta contos de réis), equivalentes a 7,4% do total do Orçamento, só perdendo para Mirassol. Em 28 de outubro de 1925, a Câmara Municipal informava aos Deputados que o distrito tinha condições de se tornar Município porque tinha 12.000 habitantes, sendo dois mil só na sede. Dois meses depois, em 19 de dezembro de 1925, os deputados enviaram um ofício à Câmara Municipal de Rio Preto informando que um grupo de proprietários de terra em Uchoa queria passar suas terras para o domínio de Catanduva. Dias depois era criado o Município de Uchoa.
A Câmara de Rio Preto nomeou entre 1913 e 1925 os seguintes subprefeitos para Uchoa: Ubaldino Alvares Perez, Joaquim Caetano de Mello, Alípio José Rodrigues, Júlio Bento Rodrigues, Raphael Paulino, Manoel Reverendo Vidal, Antônio Tapajoz Monteiro (1924), Nicolau Lerro e Joaquim Pinto Cintra de Camargo.
