O ministro das Relações Exteriores Aloysio Nunes Ferreira Filho, em foto Pedro França, da Agência Senado, extraída do site https://veja.abril.com.br/politica/

Advogado e procurador –

Senador de 2011 a 2018, eleito em 3 de outubro de 2010, pelo Partido da Social Democracia Brasileira – PSDB, com 11.189.168 votos.

Ministro das Relações Exteriores (chanceler) de 7 de março de 2017 a 31 de dezembro de 2018, no governo de Michel Temer.

Ministro da Justiça de 14 de novembro de 2001 a 31 de março de 2002, no governo de Fernando Henrique Cardoso.

Ministro-chefe da Secretaria1 Geral da Presidência da República de 19 de julho de 1999 a 12 de novembro de 2001, no governo de Fernando Henrique Cardoso.

Governador do Estado de São Paulo, assumiu sete vezes em licença do titular:
de de 21 a 31 de janeiro de 1994
de 09 a 10 de novembro de 1993
de 08 a 18 de outubro de 1993
de 24 de abril a 06 de maio de 1993
de 16 a 21 de dezembro de 1992
de 19 de novembro a 01 de dezembro de 1992
de 02 a 07 de outubro de 1991

Vice-governador do Estado de São Paulo de 1991 a 1994.

Chefe da Casa Civil do Palácio dos Bandeirantes de 1 de janeiro de 2007 a 3 de abril de 2010.

Secretário de Governo da Prefeitura de São Paulo de 2005 a 2006.

Deputado federal em três Legislaturas:
de 1995 a 1998
de 1999 a 2002
de 2003 a 2007

Presidente da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados em 1996.

Secretário estadual dos Transportes Metropolitanos de 1991 a 1994.

Coordenador do Fórum Paulista de Desenvolvimento de 1991 a 1994.

Deputado estadual nas Legislaturas:
de 1983 a 1987
de 1987 a 1991

Um dos fundadores nacionais do Movimento Democrático Brasileiro (MDB) em 1966 e do PMDB em 1980.

Vice-presidente estadual do PMDB de 1988 a 1990 e secretário-geral de 1986 a 1988.

Presidente do Centro Acadêmico XI de Agosto, da Faculdade de Direito do Largo São Francisco, em 1967.

Professor na Universidade de Besançon, França, de 1972 a 1973.
Professor na Universidade de São Paulo – USP de 1983 a 1985.

Com o golpe militar de 1964, filiou-se ao Partido Comunista Brasileiro – PCB e tornou-se militante da Ação Libertadora Nacional – ALN, liderada por Carlos Marighella e Joaquim Câmara Ferreira, o Toledo, que defendiam a luta armada contra o regime. Em 10 de agosto de 1968, Aloysio participou de assalto a trem pagador que levava dinheiro para pagar os funcionários da Companhia Paulista de Estradas de Ferro, que controlava a linha Santos-Jundiaí, organizado pela ALN. Antes Aloysio, que usava o codinome de Mateus, havia participado de assalto a carro pagador da indústria de tratores Massey Ferguson. Ainda em 1968, Aloysio exilou-se na França. Sua permanência no Brasil era insustentável e colocava em risco as atividades da ALN. Procurado pela polícia e pela repressão polí­tica, com retrato espalhado por todo o Estado, e condenado com base na Lei de Segurança Nacional, o lí­der da ALN, Carlos Marighella, decidiu enviá-lo para a França, acompanhado de sua mulher, Vera Tude de Souza. Na França, Aloysio tornou-se porta-voz da ALN e ganhou apoio de intelectuais, como o filósofo Jean-Paul Sartre, para denunciar a repressão polí­tica e a ditadura militar no Brasil.
Regressou ao Brasil em 1979, com a anistia política concedida pelo governo.

Em 1981 ingressou, por concurso público, na carreira de Procurador do Estado de São Paulo.


Local de nascimento: São José do Rio Preto – SP 

Data de nascimento: 04/05/1945


Fontes: Dicionário Rio-pretense, L. Arantes, 1997 e 2002; Quem Faz História em São José do Rio Preto, L. Arantes, 2006; São José do Rio Preto, onde os Sonhos Acontecem, L. Arantes, 2013; www.quemfazhistória.com.br – lamarca – o capitão da guerrilha – emiliano josé e oldack miranda. editora global, 1981; https://www.al.sp.gov.br/deputado/?matricula=300113;