QUEM e o QUE

são HISTÓRIA na

QUEM e o QUE são HISTÓRIA na

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Fundado em 8 de julho de 1939, em uma reunião realizada no Clube Comercial, inspirada no sucesso da escola de aviação aberta por Juvenal Paixão, em 1938.

A primeira diretoria teve Cenobelino de Barros Serra, presidente honorário; Theothônio Monteiro de Barros Filho, presidente; Euphly Jalles, vice-presidente; Saldanha da Gama, primeiro secretário; José Augusto Costa, segundo secretário; Leonardo Gomes, primeiro tesoureiro; Maurílio Pacheco, segundo tesoureiro; Juvenal Paixão, diretor técnico. O Conselho foi integrado por Coutinho Cavalcanti, Lauro César Pereira Ribeiro, Manoel Balthazar, Raimundo Bisaggio Filho, Galileu Carneiro Pinto, Armando Valente e Moacir Pinto de Oliveira.

No dia 23 de junho de 1942, os aviadores rio-pretenses batizaram o avião “Padre Mororó”, doado pelo comerciante Nilo Carvalho, dono da empresa A Exposição, de São Paulo. O batizado foi uma homenagem ao padre Gonçalo Inácio de Loyola Albuquerque e Mello, apelidado Mororó pelos indígenas, nascido no povoado de Riacho dos Guimarães, atual Groaíras, em 24 de julho de 1774, e morto por fuzilamento em Fortaleza, 30 de abril de 1825, por ter sido um dos líderes da Confederação do Equador.

Três pilotos rio-pretenses Flávio Ribeiro Lisboa, Gustavo Elias Homsi e Wilson de Barros Fagundes inscreveram-se em junho o curso de aperfeiçoamento em aviação civil nos Estados Unidos, segundo comunicação oficial de Junqueira Alves, diretor geral da Aeronáutica Civil à diretoria do Aeroclube. 

Um mês depois, no dia 26 de julho de 1942, uma esquadrilha com 11 aviões dos aeroclubes de Rio Preto, Catanduva, Buritama e Uchoa, liderados pelo avião “Padre Mororó”, levantou voo de Rio Preto em direção à Vila Jales, para a inauguração do campo de aviação daquele vilarejo recém-fundado por Euplhy Jalles. No mesmo dia, o aercolube rio-pretense recebia outro avião em doação, o “Demétrio Ribeiro”.

Naquele ano, eles receberam mais dois aviões em doação. O “Barão de São Borja”, que foi rebatizado para “Macedo Vieira”, nome do industrial gaúcho que seu seu doador, em março, atendendo apelo da Campanha da Aviação Civil Nacional; e um aparelho de treinamento avançado, doado pela Companhia Belgo-Mineira, avaliado em 400 contos de réis.

Em 1962, paralisou suas atividades, voltando a funcionar em 1966, com o nome de Aeroclube de São José do Rio Preto e eleição de uma nova diretoria, encabeçada por Alberto Gorayb. Em janeiro de 1965, o clube teve sua autorização cassada pela Aeronáutica, juntamente com outros de várias do Brasil.
Encontra-se em pleno funcionamento com sede localizada na avenida dos Estudantes, 3505 (junto à pista do aeroporto).

Presidentes:
Theotônio Monteiro de Barros Filho
Coutinho Cavalcanti
Duilio Pelegrini (duas vezes)
Euplhy Jalles, em 1942
Luiz Felipe Saldanha da Gama, de 10/02/1943 a 30/01/1944
Sólon Varginha
Olympio Rodrigues
H
eitor Bottura
Carlos Francisco Alves
Hélio Negrelli
Leonam Gouveia
Achilles Abelaira
Pedro Cesar Curti
Miguel A. Duque – (interino) 1958
Alberto Gorayb de 1966 a 1968
Pedro Cesar Curti de 1968 a 1972
Rubens Rocha Vieira de 1972 a 1974
Domingo Braile de 1974 a 1980
Luís Antônio Cavalheiro de 1980 a 1984
Odacyr Geraes de 1984 a 1986
José Jorge Gomes de 1988 a 1996
Euclides Leonardi de 1996 a 2000
Hélio de Souza Moraes a partir de agosto de 2000


Fonte: www.quemfazhistoria.com.br; https://aerocluberiopreto.com/; a folha, 23/06/1942, pág. 1, edição nº 1.701