O governador Altino Arantes assina em 7 de setembro de 1917, após aprovação do Congresso Legislativo, a Lei Estadual nº 1.571, criando o município de Olympia, com as seguintes divisas: começam à margem do rio Grande, na barra do ribeirão Passa Tempo; sobem por este até a confluência do ribeirão Limoeiro, donde seguem pelo espigão que divide as águas deste das daquele ribeirão, até encontrar o espigão que separa as águas que vertem ao rio Grande das que vertem para o ribeirão Cachoeirinha, pelo qual seguem, acompanhando as divisas das fazendas Passa Tempo e Olhos d’Agua, até frontear a nascente mais alta do córrego da Onça; pelo meio deste descem até ao ribeirão Cachoeirinha, sobem, depois, pelo Cachoeirinha até a barra do córrego Macaco, por este até a barra do córrego da Cava e por este até sua nascente mais alta; seguem em linha reta até ao ponto mais próximo do espigão divisor das águas dos rios Pardo e Grande e, tomando à direita, seguem por este espigão, dividindo com Bebedouro, até frontear a cabeceira mais oriental do córrego Grande; descem por este córrego até a sua confluência com o ribeirão Cachoeirinha, o qual sobem até a barra do córrego denominado do Silvestre (ou do Chico Lourenço), e por este até sua nascente mais alta, próximo à estrada de ferro S. Paulo a Goyaz, donde, deixando à direita a estação de Marcondesia, vão em linha reta ao espigão que divide as águas do rio Turvo das do ribeirão Cachoeirinha em frente à cabeceira do córrego do Matão, afluente do ribeirão Avanhandavinha no ponto de convergência do espigão que separa as águas do Avanhandavinha das do ribeirão Coqueiros; seguem por este espigão rodeando as nascentes dos córregos Matão, Acaembú, Araçá e Jacaré até a barra do Avanhandavinha, no rio Turvo; seguem por este abaixo até ao rio Grande e por este acima até ao ponto de partida.
Em 28 de novembro de 1921, o governador Washington Luís, assina a Lei Estadual nº 1.799, estabelecendo novas divisas para os municípios de Barretos e Olympia: começam à margem do rio Grande, na barra do ribeirão Passa Tempo, sobem por este até a confluência no ribeirão Bocaina, daí seguem pelo espigão divisor desses ribeirões até ao espigão que divide as águas vertentes do rio Turvo e das do rio Grande, tomando à esquerda, seguem por este espigão até frontear a cabeceira mais alta do córrego das Canoas, daí em rumo à dita cabeceira e pelo córrego das Canoas abaixo até a sua confluência no ribeirão Cachoeirinha, sobem por este até a barra do córrego Grande, nas divisas do município de Monte Azul.
